Percurso

1888 (17 de Maio)
Fundação da Sociedade The Caima Timber Estate & Wood Pulp Company, Ltd.

 

1891
Inauguração da Fábrica de Pasta de Papel da The Caima Timber Estate & Wood Pulp Company, Ltd., instalada mas margens do rio Caima, produzindo pasta pelo processo do bissulfito de cálcio a partir de madeira de pinheiro.

1892
Exportação da pasta de papel da Caima para a fábrica Star Paper C.º, em Inglaterra.

 

1907
Início da produção experimental de pasta de papel a partir de eucalipto, promovida pelo inovador E. D. Bergqvist, sobrinho do pioneiro sueco, Carl Ekman.

 

 

1921
Inicio da comercialização da pasta de papel de eucalipto fabricada na Fábrica do Caima.

1922 (19 de Abril)
O nome da sociedade passa a ser Caima Pulp C.º, Ltd.

 

1945
Data em que se deixou de fabricar, na fábrica do Caima, pasta de papel a partir do pinheiro.

 

 

1956
Instalação da concentração de licor na fábrica de Albergaria.

1956
A holding Eucalyptus Pulp Mills Ltd decide construir uma nova fábrica em Portugal, em Constância, Distrito de Santarém. O processo selecionado é bissulfito de cálcio.

1957
Arranque da produção de pasta branqueada de eucalipto em Albergaria.

1959
Reorganização da holding.

1960
Construção da Fábrica de Constância, da Caima Pulp C.º, Ltd. Instalação das Caldeiras de Recuperação.

 

1962 (Agosto)
Inauguração da Fábrica de Constância, com a capacidade produtiva de 18.000 t/ano de pasta de eucalipto branqueada pelo processo do sulfito de cálcio.

1963
Arranque da instalação de Branqueamento da pasta.

1965
A  Eucalyptus Pulp Mills Ltd passa a ser uma sociedade cotada na London Stock Exchange.

 

1966 (26 de Maio)
Constituição da empresa florestal , Silvicaima  - Sociedade Silvicola Caima, Ld.ª.

1967
É montado o Digestor n.º 3 na Fábrica de Constância.

 

1972
Estudo para a 1.ª fase de ampliação da Fábrica de Constância, tendo em conta o aumento da produção, a redução dos custos e controlo de qualidade.

1973
Alteração da designação social para Companhia da Celulose do Caima, S.A.R.L.

1974
Concluem-se os trabalhos da 1.ª fase: remodelação da Preparação da Madeira, da Preparação de Ácido, Digestores, Lavagem, Depuração, Branqueamento e Secagem.

1974
Termina o fabrico da pasta tendo por base o cálcio.

1975
A Fábrica de Constância passa a produzir pasta de papel a partir do processo de bissulfito de magnésio.

 

1977
Entra ao serviço a ETAR da Fábrica de Constância.

1977-1978
Montagem de captadores de cinza mecânicos nas caldeiras de recuperação da Fábrica de Constância.

1978
Estudos para o arranque da 2.ª fase de ampliação, com o objectivo de reduzir os custos variáveis de produção.

1980
Arranque de uma instalação de tratamento biológico do efluente geral da Fábrica de Constância, incluindo equipamento de neutralização, arejamento, sedimentação com recirculação de lamas activadas, espessamento e secagem das lamas.

 

1981
O Banco de Investimento Europeu concedeu facilidades para a plantação e o cultivo de 6.800 hectares adicionais de floresta própria à Silvicaima.

1981
O domicílio do Grupo muda de Londres para as Bahamas.

1981-1982
2.ª fase de ampliação da Fábrica de Constância, com a montagem da 2.ª etapa da Evaporação, Lavador Horizontal de Pasta, Blow Tank e Caldeira de Recuperação.

1985
Início da 3.ª fase de investimento.

 

1990
Constituição da Sociedade Caima – Cerâmica e Serviços.

1991
Inauguração do equipamento lavador de gases (Scrubber) e do novo sistema de tratamento anaeróbico dos Efluentes na Fábrica de Constância. Arranque do que era então o maior reactor anaeróbio de Portugal, com 5000 m3.

1991
Início da produção de pasta TCF, passando o branqueamento a ser totalmente isento de cloro.

1992
Alteração do processo da Fábrica de Albergaria para o fabrico da pasta pelo bissulfito de magnésio, como tinha já acontecido em Constância.

1993
A laboração em Albergaria-a-Velha é suspensa de forma permanente.

1994
As instalações da fábrica, no rio Caima, são adquiridas pela papeleira REFICEL – Sociedade e Recuperação de Fibras Celulósicas.

1994
Assinatura do protocolo com a CMC para o tratamento do efluente Municipal na ETAR da Caima.

1995
Ampliação do tratamento aeróbio, com o arranque de um novo reactor com 2000 m3.

 

1997
Arranque da nova secagem.

1997
COFINA adquire a participação dos accionistas britânicos, passando a empresa, pela primeira vez, a ser controlada por accionistas portugueses.

1999
COFINA passa a deter 100% do capital da empresa.

2000
Arranque da primeira central a biomassa, passando a empresa a valorizar energeticamente a biomassa de eucalipto.

 

2002
Constituição da Caima – Indústria de Celulose, S.A. e transformação da Companhia de Celulose do Caima em S.G.P.S.

2004
Remodelação do tratamento aeróbio com a implementação da tecnologia MBBR.

2005
Fundação da ALTRI, em resultado da reestruturação da Cofina, através de um spin-off dos activos industriais.

 

2006-2008
Desenvolvimento do projecto de I&D para produção de pasta solúvel e estudo do potencial de biorefinaria.

2009
Inauguração da segunda central a biomassa, aumentando a quantidade de biomassa florestal valorizada para cerca de 200 mil toneladas por ano.

 

2011
Inicio dos testes de produção de pasta solúvel.

2012
A Caima passa a produzir apenas pasta solúvel, mantendo a configuração da fábrica, acedendo a um novo mercado.

2013
A consolidação da presença no mercado da pasta solúvel suporta a decisão de investimento na conversão da fábrica. Celebração dos 125 anos da empresa.

2014
Inicia-se o processo de transformação fabril da Caima com o objectivo de iniciar o fabrico de pasta solúvel de elevada qualidade e optimizar a capacidade de produção.

2014
Arranque da nova instalação de Evaporação.

2015
Arranque da nova instalação de Branqueamento.

 

2016
Arranque da nova turbina de contra-pressão aumentando a capacidade de produção de energia eléctrica renovável.

2017
Visita arqueológica às ruínas da Fábrica de Albergaria.